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Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, comemorado no próximo domingo (8/3), a CBTU Belo Horizonte reforça a importância das ‘maquinistas‘, uma das funções que mais chama a atenção dos usuários do Metrô de Belo Horizonte. Atualmente, 14 mulheres fazem parte da equipe de 126 maquinistas que comandam os trens da capital, representando 11% do total de assistentes condutores que integram o quadro da Companhia.


Uma das pioneiras na profissão em BH é a maquinista Silvania Duarte que completa, em 2015, 18 anos na CBTU, e se diz orgulhosa de sua atividade. “É um privilégio conduzir os trens do metrô, função diferenciada e de grande responsabilidade”.
O trabalho das condutoras no metrô também gera curiosidade entre os passageiros que, ainda, se surpreendem com a presença de mulheres na condução do trem. É o que descreve a assistente condutora, Kenya Braga, há 12 anos atuando na CBTU. “Ao ver uma condutora na cabine, alguns usuários se assustam, mas me divirto com tais situações. Ser maquinista é a minha vida e desempenho a função com muito amor”.


A assistente Gisele Miranda também conta que os passageiros aprovam a presença de uma mulher à frente do metrô. “Os usuários nos parabenizam por atuar em uma profissão que, ainda hoje, é desempenhada com mais frequência por homens. As pessoas ficam surpresas, mas sempre dão um ótimo retorno, o que é sinônimo de confiança”.
Mulheres no comando


Além das assistentes condutoras, as mulheres da CBTU Belo Horizonte podem ser encontradas por todas as áreas da empresa. As profissões se misturam, compondo o quadro funcional da Companhia. Controladoras de tráfego, secretárias, chefes de estação, engenheiras, administradoras, técnicas em contabilidade, advogadas, técnicas em informática, jornalistas, enfermeiras, arquitetas, técnicas em segurança do trabalho, assistentes sociais, entre outras especialidades compõem o rol de funções delas no metrô da capital.