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Entre as inúmeras ações planejadas para a elaboração do Planejamento Estratégico e Modernização Administrativa da CBTU, tiveram lugar em Itaipava, nos dias 10 e 11 e 24 e 25 de março, a primeira e a segunda oficina de PE promovidas pela Fundação Getulio Vargas – FGV. Considerando a importância inerente ao projeto, houve uma grande mobilização e uma dedicação incansável por parte dos empregados, a fim de serem extraídas as melhores decisões valendo-se de todo o potencial dos envolvidos.


Nesses encontros, além da participação fundamental do diretor-presidente da Companhia, estiveram presentes 30 empregados da Administração Central e 20 das Superintendências de Trens Urbanos de Belo Horizonte, João Pessoa, Maceió, Natal e Recife, contemplando superintendentes, gerentes gerais, gerentes técnicos e especialistas, capitaneados pela equipe de profissionais da FGV.

 

 

 

O diretor-presidente, Fernando Barini, deu início ao primeiro dia dos trabalhos com um discurso motivacional: “Estas reuniões visam o futuro da empresa. Como e onde queremos estar em 2019. A presença e a participação de cada um de vocês neste encontro é de extrema relevância. Devemos nos conscientizar e fazer a nossa parte. Temos muitos desafios a enfrentar e precisamos unir forças a fim de disseminar conhecimento e informações, contribuindo frontalmente para a elaboração do nosso planejamento estratégico institucional com a FGV. O destino da nossa querida CBTU será traçado por vocês. A empresa continua e continuará viva. Informo que não temos nenhuma ação em curso envolvendo o repasse da operação para qualquer município ou estado, muito menos o fechamento desta Companhia, que é de suma importância para a sociedade brasileira. Bons trabalhos!”.

 

 

 

 

 

 

Atuando como facilitador das reuniões, Cláudio Osias, especialista da FGV, contribui: “Planejar é estruturar o caminho entre o desejo e a ação. Sem um planejamento estratégico bem elaborado, a estrutura de uma empresa acaba sendo destruída com o tempo, por não ter um foco, uma base de ações construtivas para alcançar os seus objetivos corporativos. Temos que discutir a atual atuação da CBTU e buscar o seu futuro desejado.”

 

 

 

Com base nos eixos estratégicos para a elaboração de um PE – missão, visão, valores, indicadores e metas, análise SWOT, entre outros – os participantes discutiram exaustivamente os tópicos apresentados através de atividades individuais e em grupos, sempre sob a supervisão da equipe da FGV.

 

 

 

 

 

Para a chefe de Gabinete Maricelma Zapata “com a estratégia traçada, o próximo grande ponto é unir os empregados, diretores e presidente para desdobrá-la”.

 

A terceira oficina será composta por um grupo menor, de nível essencialmente técnico, tendo como tema a definição de “Indicadores e Metas” do planejamento estratégico institucional. Segundo Cláudio Osias, “O trabalho será encontrar um equilíbrio entre metas que representam um desafio e que, ao mesmo tempo, sejam factíveis.”

 

 

 

 

SAIBA MAIS

 

 

 

Visão


A visão é a idealização de um futuro desejado, devendo sensibilizar as pessoas que atuam na organização, de modo a assegurar a sua mobilização e o alinhamento ao planejamento estratégico institucional.

 

Missão


A missão de uma organização é a sua finalidade, sua razão de ser. O critério de sucesso definitivo para uma instituição da área pública é o seu desempenho no cumprimento da sua missão. Ao satisfazer as necessidades e expectativas dos diversos atores institucionais – de forma compatível com a missão – a Companhia definirá uma arquitetura estratégica eficiente e eficaz, entregando os resultados esperados pelas partes envolvidas.

 

Valores Corporativos


A definição dos valores organizacionais enunciam, de forma clara e objetiva, os valores essenciais que inspirarão o comportamento das pessoas, norteando a gestão estratégica. Quando bem disseminados, promoverão a reflexão que orientará a atitude dos empregados e influenciará o seu comportamento no dia a dia da organização, inspirando a execução das tarefas.

 

 

Matriz SWOT

 

 

A Matriz SWOT é uma ferramenta-conceito empregada para fazer a análise de um cenário (ou de um ambiente), proporcionando uma base para o planejamento ou para o gerenciamento de uma organização.

 

Mapa Estratégico


O mapa estratégico é um raio x da estratégia, coonstituído pelos temas, pelos objetivos estratégicos e por suas relações de causa e efeito. Representa, igualmente, uma síntese compreensível do planejamento estratégico, indispensável na transição entre a fase de planejamento e a fase de execução dos projetos estratégicos.

 

 

 

Direcionamento Estratégico

 

 

 

 

 

Indicadores e Metas Estratégicas


Os indicadores são as ferramentas de medição do processo da organização em direção aos objetivos estratégicos.


São, portanto, o termômetro do desempenho, representando um teste permanente da validade da estratégia da Companhia.


A fim de garantir o gerenciamento dos indicadores e o alcance dos objetivos estratégicos, são então estabelecidas as metas que informam o nível de desempenho pretendido (valor) para um determinado período de tempo.

 

As principais características para a definição de uma meta estratégica são:


• Ser comprovável – Identificar os resultados propostos nos objetivos.
• Ser atingível – Ser realisticamente formulada e praticável sob circunstâncias razoáveis.
• Ser valiosa – Compensar esforços com benefícios relevantes.
• Pertencer a todos – Gerar capacidade de comprometimento pelos envolvidos.
• Ser aplicável – Pressupor o conhecimento pelos executantes do que precisam fazer para cumprir a meta.