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O Centro de Controle Operacional (CCO) tem como função coordenar toda circulação de trens, mantendo o padrão e segurança do sistema, centralização e padronização das tomadas de decisões que envolva a operação. Sua gerência está a cargo de Murilo Esteves, e é composta por três coordenadores: Cláudio Senna, coordenador do CCO; Ayres Rodrigues, coordenador da Linha Centro; Alexandre Medeiros, coordenador da Linha Sul e Diesel.

O CCO é formado por 5 consoles, um de comunicação, três de tráfego e um de supervisão. No início da pandemia só foi possível o funcionamento de 3 consoles.  De acordo com o gerente de transportes (GOTRA), Murilo Esteves, o afastamento de alguns funcionários autodeclarados foi uma das maiores dificuldades para que o CCO permanecesse funcionando com a mesma eficiência desempenhada antes da pandemia. “A solução encontrada foi fazer remanejamento em algumas escalas e colocar o nosso apoio para cobrir esses autodeclarados. Quero até deixar meus agradecimentos ao nosso quadro de apoio, que realmente deu esse aparato para não pararmos o nosso centro de controle operacional”, declarou Murilo.

A manutenção da rede aérea e dos trilhos é feita durante a noite porque é o único horário em que a circulação dos trens é pausada, visto a necessidade de desenergizar as subestações. Vale ressaltar que o Centro de Controle Operacional funciona 24 horas, e mesmo no turno da noite é dado o suporte para os empregados da manutenção, inclusive no período de pandemia.

Com a volta paulatina da operação do metrô e VLTs, o CCO tem a tarefa de injetar novos trens para atender a demanda de usuários devido a flexibilização da quarentena e normalização dos transportes. “A injeção e recolhimento de trens segue uma programação de tabela horária, que é programada de acordo com nosso fluxo de usuários. Os trens são injetados a partir dos pátios de estacionamentos em Recife, Cavaleiro e Cajueiro”, informou Cláudio.