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2246A CBTU Belo Horizonte está em constante diálogo com toda a sociedade, seus gestores e funcionários, a fim de promover ações contra a disseminação da COVID-19. A empresa busca preservar seus colaboradores, ao mesmo tempo que atende, mesmo em horários reduzidos, à população num momento tão delicado em que estamos lidando com a pandemia do novo Coronavírus. “Acredito que o funcionamento do metrô, é fundamental em um momento de crise. Os profissionais de serviços essenciais precisam de transporte, assim como parte da população que não tem outro meio de locomoção em casos de necessidade”, afirma a técnica da coordenação de via permanente e edificações, Bruna Motta Gouvêa.

Internamente, a Companhia está tomando medidas que atendem todo o corpo de colaboradores, como o teletrabalho para as pessoas que estão nos grupos de risco, a criação da Comissão de Higiene e Prevenção, a disponibilização de sabonete líquido, toalhas de papel, luvas e álcool, além da intensificação da limpeza em todos os postos de trabalho e a interrupção de atividades que podem promover aglomeração de pessoas. Além disso, com os novos horários, o corpo de funcionários está reduzido, sendo escalado o menor número de pessoas possível para manter as atividades da empresa. 

Todas as áreas estão executando ações para preservar seus funcionários. Na manutenção, o gerente Francisco Lopes conta que foram criadas escalas com o mínimo de pessoas por turno, há suspensão de atividades que não exigem atendimento imediato e foco em correções e atuações que envolvam equipamentos de segurança. Em acréscimo a estas medidas, tanto na via como nas oficinas, os funcionários estão trabalhando respeitando uma distância de segurança uns dos outros. “São muitas as pessoas que desempenham um papel crucial e que não podem parar, entre elas estão os profissionais da área da saúde, da segurança pública, do abastecimento de alimentos e remédios. As oficinas de manutenção, ao realizarem seu trabalho com excelência, contribuem para que todos esses profissionais cheguem ao seu destino e continuem a desempenhar suas atividades”, observa o técnico industrial da coordenação operacional-revisão de trens, Hugo Meireles.

Na operação de estações, o gerente Paranhos destaca o esforço e comprometimento dos funcionários da limpeza que atuaram em Vilarinho para que fosse possível a entrega da estação à população após a inundação e afirma que está trabalhando intensamente para não deixar faltar insumos necessários à proteção de cada empregado que atua nas estações. O operador de estações e estagiário da contabilidade, Samuel Moura acrescenta: “para mim, ficou mais claro a nossa importância para a sociedade, garantindo que outros serviços essenciais sejam possíveis para combatermos essa pandemia”. 

O ideal, nesse momento, para Scarlat Oliveira “é restringir o uso de máscaras aos profissionais de saúde e pessoas contaminadas ou suspeitas de COVID-19, para preservar os profissionais diretamente ligados ao tratamento dos contaminados”, lembra a assistente operacional de bilheteria e estudante de enfermagem, que está em casa à disposição da empresa, por ser lactante. “Se eu me contamino, não teria como alimentar minha filha, que ainda possui o sistema imunológico deficiente”, diz a colaboradora.

2246aO gerente operacional de segurança empresarial, Rodrigo Guimarães, enfatiza que foram colocados gradis nas estações de maior movimento, para que haja uma distância de segurança entre funcionários e usuários. “Eu agradeço aos seguranças patrimoniais e operacionais a todo o empenho e compromisso que vem garantindo as melhores condições de trabalho possível a toda a empresa’, afirma o gerente Guimarães. “Os gradis minimizam a aglomeração e circulação de pessoas, possibilitando continuarmos a prestar um serviço de excelência. Além disso, luvas e álcool em gel foram disponibilizados aos funcionários da estação e segurança, mas, principalmente, não podemos esquecer de lavar sempre as mãos”, lembra o supervisor da segurança Lopes Diniz.

O gerente de movimento Márcio Cruz, além da gestão da intensificação da limpeza dos trens para os usuários, se preocupa com a higienização das cabines dos maquinistas e, por isso, colocou lenços umedecidos com álcool à disposição dos operadores para serem utilizados durante as viagens. O maquinista Paulo Roberto achou interessante a iniciativa e acrescenta: “acho corretíssimo a empresa ter liberado os funcionários que estão nos grupos de risco e, aqueles que podem, trabalhar em teletrabalho. A nossa operação é importante para atender os funcionários que estão trabalhando na linha de frente dos serviços essenciais”. O controlador Eugênio concorda com ele e diz ainda que “a importância, especialmente neste momento, é de manter em funcionamento os outros serviços essenciais à população, evitando o desabastecimento e o caos social, proporcionando conforto, segurança e tranquilidade às famílias em isolamento”.

O gerente regional de manutenção Francisco Lopes agradece a todos os colaboradores da GIMAN, “que se desdobraram para restabelecer a Via Permanente e Sinalização neste último final de semana, possibilitando a retomada da operação da estação Vilarinho, bem como, todos os demais que têm se empenhado em executar suas funções, incluindo os que estão remotamente ou em escalas reduzidas, para garantir a continuidade da operação comercial”.

2246bO gerente regional de operação Frank Ferreira agradece todo o apoio da operação, englobando todos os maquinistas, os assistentes de estação, os controladores e a coordenadoria de programação e procedimentos operacionais pelo pronto empenho, que mantém o sistema em funcionamento na cidade: “agradeço a todos os colaboradores que tem se dedicado ao longo destes dias, neste momento singular em que a cidade precisa de nós”, corrobora o gerente.

“Eu venho, mais uma vez, exaltar o trabalho feito pela manutenção, operação, segurança e administração da companhia, através do comprometimento apresentado com o sistema, no momento delicado em que o país vive”, afirma o superintendente da STU-BH, Miguel Marques.

 

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