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A Gerência Regional de Manutenção - GIMAN tem como função garantir a manutenção dos trens, aperfeiçoando constantemente a sua interação com a área de operação. Além de assegurar a máxima disponibilidade dos equipamentos e sistemas operacionais da Superintendência nos padrões de segurança, confiabilidade e qualidade estabelecidos.

De acordo com o gerente da GIMAN, Fábio Dantas, o elevado número de ausências dos colaboradores da manutenção que foram afastados por razões diversas e a insegurança e o medo de contágio dos funcionários que continuaram trabalhando foram algumas das maiores dificuldades enfrentadas pela GIMAN durante esta pandemia. “Houve um dia em que nosso efetivo disponível trabalhando foi de 53%, 307 empregados de um total de 667. Todo esse conjunto refletiu na impossibilidade de atendermos de uma forma ideal a manutenção nos trens, VLT’s e nos diversos sistemas existentes na STU/REC”, afirmou Fábio.

Apesar do momento adverso, a GIMAN buscou proporcionar um ambiente de trabalho seguro. E com base nisso, dividiram algumas equipes em horários distintos para evitar aglomeração e diminuir os riscos de contágio; instalaram uma pia e totens de álcool em gel a 70% na portaria do CMC e no hall do prédio administrativo; diminuíram para 10 passageiros a lotação máxima do ônibus que transporta os empregados; além da distribuição de materiais de higiene aos funcionários e a constante limpeza dos ambientes de trabalho. “Entre outras ações e recomendações, a redução no horário de funcionamento do metrô e a parada na circulação do VLT nos ajudaram neste momento, porque diminuiu a disponibilidade de trens que tivemos de ofertar à operação”, acrescentou o gerente da GIMAN.

Durante a pandemia, assim como outras áreas da CBTU, a GIMAN teve de enfrentar algumas adversidades, entre elas, talvez a maior de todas, a dor da perda. “Foi difícil, porque além das dificuldades apresentadas anteriormente tivemos de lidar com a morte de alguns colegas, e isto abalou o emocional de todos os colaboradores, mas continuamos unidos e fortes e, quando essa pandemia passar, sairemos deste processo, com a graça de Deus, ainda mais fortalecidos”, desabafou Fábio.

De acordo com as resoluções recentemente divulgadas, se fez necessária a volta de todos os empregados, exceto, as lactantes e gestantes. “O quadro atual é satisfatório para atender as demandas da manutenção, porque se não fosse desta maneira não teríamos como disponibilizar trens e VLT’s para atender a operação, pois nosso sistema está funcionando no mesmo horário anterior à pandemia e nossa ausência de efetivo pessoal gira em torno de 60 empregados, aproximadamente 9% do total”, concluiu o gerente da GIMAN.