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Intitulada ‘O olhar de quem viveu’, a exposição fotográfica reúne 20 fotografias feitas por pessoas que de alguma forma estiveram envolvidas nas últimas chuvas ocorridas em Pernambuco durante maio e junho de 2022. A exposição é resultado de um curso de três oficinas que a Cáritas Brasileira desenvolveu com comunidades.

 

De acordo com Danilo Borges, comunicador popular da Cáritas Brasileira, organismo da Igreja Católica, a decisão de levar as imagens para a Estação Recife, “Um dos motivos principais de expor as fotografias na Estação Recife é o fluxo de pessoas. Para nós é muito interessante dar visibilidade a essas pessoas que transitam no Metrô do Recife”.

 

As fotografias mostram e traduzem os sentimentos das pessoas atingidas pelas enxurradas no período chuvoso, são recortes sob os olhares dos expositores das cidades de Camaragibe, Jaboatão dos Guararapes e Recife que estiveram nos locais antes, durante ou após as chuvas, a respeito das tragédias ocasionadas. 

 

Com a proposta de trazer diferentes olhares sobre um mesmo ponto de vista. Imagens que revelam diferentes causas, como: descarte inadequado de resíduos sólidos, fragilidade dos sistemas públicos e privados no processo de educação, fiscalização, assistência social e a potencialidade da natureza.

 

As imagens expostas são resultado de ação desenvolvida durante o projeto Resposta Emergencial Pernambuco, que busca mapear as necessidades e lacunas no apoio às populações afetadas pelas fortes chuvas ocorridas em maio e junho de 2022 nos municípios de Camaragibe, Jaboatão e Recife, através de ações da Cáritas Brasileira, com o financiamento da Cáritas Bélgica, Suíça e Direção-geral da Proteção Civil e das Operações de Ajuda Humanitária da União Europeia (DG ECHO).

 

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Oficina de fotografia pelo celular 

 

No mês de Setembro, agentes Cáritas realizaram uma oficina de fotografia pelo celular, voltada às comunidades atingidas pelos efeitos das fortes chuvas em Pernambuco, que ocorreram no primeiro semestre deste ano na região. 

 

Com o objetivo de promover o fortalecimento sociopolítico e o empoderamento cidadão, realçando o bem viver coletivo, utilizando a fotografia como ferramenta desse processo. Mostrando que todos os fotógrafos possuem um repertório afetivo marcado por experiências e vivências diversas e dividiram a mesma estratégia para