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O superintendente de Trens Urbanos de Maceió, Carlos Jorge,  esteve em reunião com o prefeito de Satuba, Diógenes José Neto de Amorim, nesta quarta-feira, 16, para buscar parcerias para o projeto do Trem Turístico. O encontro teve a participação do chefe de gabinete, Allan  Brandão, e da gerente de Operações, Morgana Moraes.

 

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Morgana Moraes, Allan Brandão e Carlos Jorge reunidos com o prefeito de Satuba, Diógenes Amorim

 

A Maria Fumaça, uma locomotiva de 92 anos, se prepara para voltar aos trilhos com o projeto do Trem Turístico, que deve sair de Fernão Velho até Lourenço de Albuquerque, em Rio Largo, passando por Satuba, razão pela qual a CBTU está se articulando com a prefeitura daquele município para que haja uma programação atrativa na parada da Maria Fumaça. 

 

O prefeito de Satuba garantiu que o município tem interesse em estabelecer parcerias e adiantou que vai trabalhar para que o projeto da Maria Fumaça tenha êxito na passagem por Satuba, com uma programação que deve priorizar a gastronomia local e o artesanato. Ficou de apresentar proposta nos próximos dias para a CBTU. 

 

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Maria Fumaça exposta na estação Maceió. Créditos: Edilson Omena

 

A superintendência de Trens Urbanos de Maceió já manteve contato com os prefeitos de Rio Largo e de Maceió para que juntos também participem com a realização do Trem Turístico, projeto que deve ser formatado com o envolvimento de gestores das cidades por onde passará a Maria Fumaça, além de representantes da Cultura e do Turismo.



Animais soltos

 

Durante a reunião com o prefeito de Satuba, o superintendente da CBTU solicitou ao prefeito ação em relação a animais de grande porte, como cavalos e bois, que ficam soltos nas ferrovias da região do município, causando riscos para a operação do VLT.

 

O prefeito se comprometeu a ajudar buscando uma solução educativa para que os proprietários dos animais entendam a gravidade em deixar os bichos soltos nas proximidades dos trilhos. “Acidentes com animais de grande porte podem descarrilar o trem e causar enormes prejuízos tanto para a população como para a CBTU”, explica Carlos Jorge.

 

Maceió, 16 de junho de 2021.

 

Ana Cristina de Moraes Sampaio

Assessoria de Comunicação

 

COMAK - CBTU/STU-MAC