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CBTU João Pessoa integra campanha de combate ao Aedes Aegypti

A CBTU João Pessoa traçou metas para integrar a campanha de combate ao mosquito Aedes Aegypti. Como limpeza da via férrea, mutirão nas Estações e distribuição de cartazes e panfletos de conscientização para os passageiros. De acordo com o Gerente de Administração da CBTU João Pessoa, Charles Silva, algumas medidas já estão sendo tomadas. “A primeira delas é uma limpeza mais profunda da via permanente, na qual os empregados responsáveis estão procurando foco do mosquito, acúmulo de água em canaletas e solucionando o problema caso encontrem”, afirmou.


Conforme Charles Silva, o próximo passo para combater o mosquito será um mutirão realizado nas 12 Estações da Companhia, para recolher garrafas pets espalhadas e qualquer objeto que possa acumular água e ser um possível foco para o Aedes Aegypti. Além disso, a CBTU João Pessoa conseguiu em parceria com o Major Lucas, do Comando Geral da Polícia Militar da Paraíba, cinco mil panfletos educativos para a distribuição numa ação que em breve será realizada nas estações e dentro do trem.


Como exemplo de doenças provocadas por esse mosquito, podemos destacar a dengue, a chikungunya e a zika.



DENGUE: Ela causa febre, dores no corpo, dores de cabeça e nos olhos, falta de ar, manchas na pele e indisposição. Em casos mais graves, a dengue pode provocar hemorragias, que, por sua vez, podem ocasionar óbito.

 

CHIKUNGUNYA: Também causa febre e dores no corpo, mas as dores concentram-se principalmente nas articulações. Alguns sintomas da chikungunya duram em torno de duas semanas; todavia, as dores articulares podem permanecer por vários meses.

 

 

Casos de morte são muito raros, mas a doença, em virtude da persistência da dor, afeta bastante a qualidade de vida do paciente.

 

ZIKA: Pacientes com essa enfermidade apresentam febre mais baixa que a da dengue e chikungunya, olhos avermelhados e coceira característica. Em virtude desses sintomas, muitas vezes a doença é confundida com alergia. Normalmente a zika não causa morte, e os sintomas não duram mais que sete dias. Vale frisar, no entanto, que a febre zika relaciona-se com uma síndrome neurológica que causa paralisia, a Síndrome de Guillain-Barré, e também com casos de microcefalia.

 

FONTE: IMPRENSA CBTU- JOÃO PESSOA